domingo, 15 de junho de 2008

O novo iPhone é apresentado


Quando Steve Jobs subiu ao palco para apresentar o novo iPhone, na semana passada, em São Francisco, esperavam-se melhorias empolgantes no aparelho. E elas vieram – na forma, por exemplo, de uma conexão mais veloz à internet. Inesperada era a exposição de uma nova filosofia de negócios, cujo impacto vai além da venda de um produto. Os mandamentos criados por Jobs estão inscritos nesta reportagem.
1. O dobro por metade do preço. Baixar uma página da internet por meio do novo iPhone, que opera na rede 3G, ficou duas vezes mais rápido. Ao mesmo tempo, a Apple cortou pela metade o preço do celular. O modelo com memória de 8 gigabytes sairá por 199 dólares. Antes, custava 399 dólares. Jobs comprometeu-se a manter o mesmo valor em todos os países onde o iPhone for lançado. Segundo ele, o "índice Big Mac" (que costuma ser usado na comparação do custo de vida dos países) deverá em breve ser substituído pelo "índice iPhone".
2. O caro sai barato. Para não repassar os custos da excelência tecnológica ao consumidor, a Apple firmou um novo acordo de parceria com a AT&T nos Estados Unidos. A empresa de Jobs vai deixar de receber um porcentual das contas mensais pagas pelos usuários. Em contrapartida, a telefônica americana concordou em subsidiar o celular para o consumidor – daí a redução de preço. O subsídio vai repetir-se em outros países, inclusive no Brasil.
3. O mercado é o mundo. Em 2007, a Apple anunciou que o iPhone somente seria comercializado nos Estados Unidos, em parte da Europa e, talvez, na Ásia. O plano mudou. Saltou de seis para setenta o número de países onde o iPhone será vendido até o fim deste ano. Na semana passada, as operadoras Vivo e Claro confirmaram que, antes do Natal, o telefone chegará oficialmente ao Brasil, onde já é um sucesso. Algumas estimativas apontam a existência de 300 000 iPhones em operação no país.
4. Falar é o de menos. Todas as novidades do iPhone 3G têm como objetivo explorar ao máximo sua principal vocação: facilitar o trabalho de navegação pela internet. O iPhone já havia dado um salto à frente com sua tela ampla e sensível ao toque, que simplifica e torna natural o manuseio do conteúdo da web. Na semana passada, Jobs apresentou uma série de aplicativos para a internet desenvolvidos especialmente para o iPhone 3G – e cujo uso seria impraticável num equipamento convencional.
5. O mundo conspira a seu favor. Enquanto Steve Jobs dorme, 250 000 pessoas estão bolando maneiras de criar programas para o iPhone. Esse não é o número de funcionários da Apple, mas sim o total de programadores independentes que hoje se dedicam a desenvolver softwares para o celular, como games ou serviços de localização por mapas. O negócio é tão promissor que a empresa anunciou que deve inaugurar, em 11 de julho, a AppStore, uma loja virtual (que não se confunde com o iTunes) especializada em programas específicos para o iPhone.
6. Os parceiros têm de lucrar. A facilidade de navegação pela internet faz com que os donos de iPhone usem um maior número de serviços na web. Por conseqüência, eles pagam mais para as operadoras de telefonia. A Telefonica, que vende o celular da Apple no Reino Unido, constatou que a receita mensal obtida com quem tem um iPhone pode ser 30% superior à dos usuários de outros celulares. Efeito idêntico foi registrado pela AT&T, que oferece o telefone com exclusividade nos Estados Unidos. Para completar, a empresa está ganhando novos clientes. Quatro em cada dez compradores do iPhone são novos assinantes da companhia.
7. Mire grande, mesmo começando pequeno. Atualmente, metade dos americanos que utilizam um smartphone no trabalho recorre ao BlackBerry. No entanto, desde que o iPhone foi lançado, 13% dos consumidores trocaram o BlackBerry pelo modelo da Apple. Mais ainda: 40% dos usuários de smartphones já migraram para o iPhone. Jobs não quer se contentar com menos do que atingir a primazia nesse setor. O modelo lançado na semana passada permite a sincronização de serviços de e-mail com a agenda eletrônica e os contatos telefônicos – uma função essencial para executivos.
8. Revolucione. O maior sucesso em vendagens na história dos celulares é o Motorola Razr. Desde seu lançamento, em 2004, foram vendidos 140 milhões de unidades do aparelho. Até o momento, as vendas do iPhone somam 6 milhões. O sucesso do Razr deveu-se ao seu design ultrafino. Mas ele não trouxe funções diferentes daquelas de um celular comum. O iPhone foi muito além. Como disse o colunista de tecnologia do jornal The New York Times, David Pogue, hoje há no mercado três plataformas de acesso à internet: a Windows, a Apple e a do iPhone, que não se compara a nada que já existe.
9. A internet é o computador. Em sua pré-história, a internet não era mais que um meio de facilitar a comunicação entre acadêmicos. Logo evoluiu para tornar-se um gigantesco banco de informações. Agora, é capaz de substituir funções do computador pessoal, como memória e capacidade de processamento. Muitos programas rodam na internet, nas chamadas "nuvens de computação" (clouds). Quando dados estão numa nuvem, é possível consultá-los de qualquer aparelho em qualquer lugar. O iPhone explora, como nenhum outro celular, essa possibilidade. A Apple conta com um serviço de armazenamento de dados na web específico para usuários do iPhone – o MobileMe.
10. Minha língua é sua língua. Quase tudo que se faz no iPhone é intuitivo. Sua tela ampla e sensível ao toque simplifica e torna natural o acesso às informações guardadas no telefone e também a navegação na internet. Ao contrário do que ocorre com a maioria dos smartphones, que não têm mais que dois ou três de seus recursos explorados pelos usuários, no caso do iPhone 80% das pessoas usam mais de dez de suas funções. Seguindo essa mesma lógica, o novo modelo do aparelho exibe todos os seus comandos na língua do usuário e é capaz inclusive de trabalhar com ideogramas chineses. Se não for possível digitar um texto em chinês no teclado, basta desenhar os caracteres na tela.
Publicidade

Sem sombra de dúvida uma tecnologia que veio pra ficar.
Quem não sonha em ter um?
Desejo de muitos
Realidades de poucos.
Mais concerteza um aparelho que veio pra mudar a tecnologia pra sempre.

Gabriela Cristina

sábado, 14 de junho de 2008

Como eram as Campanhas de antigamente












Com certeza Campanhas históricas que marcaram e revolucionaram época.
Umas com toque de humor outras objetivas,mas todas com seu jeito único e simples.
Hoje em dia podemos observar campanhas bem mais modernas,mais atraentes e muito bem elaboradas.
Mais concerteza todas marcantes, para não ficarem jamais no esquecimento.

Gabriela Cristina

Brasil tenta reviver fase dourada em Cannes


Depois do desempenho decepcionante em 2007, agências brasileiras chegam ao festival com 2.461 trabalhos.
Começa no dia 15 a acirrada disputa pelos leões dourados da 55ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, a maior e mais tradicional premiação da área. Desde sua estréia, em 1954, o evento reúne o que melhor a indústria da propaganda produziu no ano, além de refletir as mudanças do mercado. O jornal "O Estado de S. Paulo" é, desde 2001, o representante oficial do festival no Brasil.
Depois do desempenho decepcionante do Brasil no ano passado, quando levou apenas 30 leões, as agências brasileiras tentam reviver sua fase dourada, entre 1998 e 2001, quando saíram por quatro anos consecutivos como as melhores do mundo.
Este ano, são mais de 28 mil trabalhos inscritos a partir de 85 países, um número 10,2% maior do que em 2007. Até o dia 21, jurados de diferentes partes do mundo escolhem as melhores peças em dez categorias: Film, Direct, Promo, Media, Cyber, Press, Outdoor, Radio, Titanium & Integrated e a novidade desse ano, Design. Cada categoria ainda é dividida por tipo de produto anunciado, como serviços ou bebidas, por exemplo.
O Brasil enviará 11 jurados para o evento, dos quais apenas Márcio Salem, da Salem Propaganda, presidirá um júri, o da categoria Direct (Marketing Direto). Os outros participantes são Luiz Sanches, diretor de criação da AlmapBBDO (jurado na categoria Anúncios Impressos); Frederico Gelli, presidente da Tátil Design (Design); Mentor Muniz Neto, sócio da agência Bullet (Promo); Sergio Mugnaini, diretor de criação da AlmapBBDO (Cyber); Paulo Sanna, diretor de criação da McCann Erickson (Cyber); Flavio Casarotti, vice-presidente de criação da Fischer America (Radio); André Lima, diretor de criação da NBS (Outdoor); Eduardo Lima, diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi (Film); Luiz Fernando Vieira, vice-presidente de mídia da Africa (Media); e Sergio Valente, presidente da DM9DDB (Titanium).
Daqui á uns anos serão nossos trabalhos que estarão concorrendo no Festival de Internacional de Publicidade de Cannes. Já que seremos os futuros publicitários do Brasil. E iremos arrebentar.
Informações obtidas pelo site www.estadao.com.br

Izabela Oliveira

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Trajetória de Roberto Justus

Ao acompanhar todos os episódios,exibidos até hoje,da 5ª edição do programa "O APRENDIZ",surgiu a curiosidade de conhecer um pouco sobre a trajetória de um profissional tão bem sucedido como o Roberto Justus.Leiam e acompanhem os episódios da reta final do programa.Tem sido para mim uma grande fonte de aprendizado!Vale a pena para nós que iniciamos o curso de comunicação.
Roberto Justus está entre os principais empresários da comunicação do Brasil. Em 27 anos, sempre à frente de agências que produziram campanhas memoráveis, revelou inúmeros talentos criativos e entrou para a história da publicidade brasileira, a qual desfruta grande respeito internacional.
Empreendedor nato, Justus iniciou sua carreira na área de comunicação em 1981, como sócio da Fischer, Justus Comunicação. Depois de 17 anos, deixou a sociedade para fundar sua própria agência, a Newcomm Comunicação Integrada, considerada um dos grandes cases de comunicação do País. Em apenas 10 anos, a agência transformou-se em um forte grupo de comunicação, conquistou alguns dos maiores anunciantes do País e registrou um aumento extraordinário em seu faturamento, tornando-se líder de mercado nos últimos seis anos. Durante esse período, o empresário também se tornou sócio de duas grandes redes de publicidade internacional. A primeira associação foi com a norte-americana Bates Worldwide, um dos maiores grupos de comunicação do mundo. Essa operação deu origem à razão social Grupo NewcommBates. Em meados de 2003, o Grupo que detinha a Bates Worldwide, foi adquirido pelo multinacional inglês Grupo WPP. Com isso, no início de 2004, Justus tornou-se sócio do maior grupo de comunicação do mundo, formando o Grupo Newcomm, primeira holding mista da história da propaganda brasileira em regime de gestão compartilhada.
Sob o guarda-chuva do Grupo estão as agências Y&R, LongPlay, Dez Brasil, Wunderman, New Content, Ação Produções Gráficas e Pepper. As empresas são responsáveis pela comunicação de alguns dos principais anunciantes do mercado nacional, como Bradesco, AMEX, Casas Bahia, Colgate-Palmolive, Danone, Perdigão, Nova Schin, LG, Pfizer, UOL, Vivo e TAM.
Roberto Justus cursou Administração de Empresas na Universidade Mackenzie e realizou vários cursos de extensão no exterior. Ao longo da carreira, conquistou importantes premiações: Publicitário do Ano, em 1997, pelo Prêmio Colunistas, versão nacional, promovido pela ABRACOMP - Associação dos Colunistas de Marketing e Propaganda em 1998, recebeu o prêmio Líder Empresarial Setorial, concedido pela Gazeta Mercantil em 1999, a revista Marketing o elegeu como o Homem de Marketing em 2003, conquistou o título de Dirigente do Ano, entregue pela APP - Associação dos Profissionais de Propaganda em 2006, recebeu o prêmio Caboré, o mais importante do mercado publicitário brasileiro, concedido pela editora Meio & Mensagem, na categoria Dirigente da Indústria da Comunicação e em 2007, foi eleito o Empreendedor do Ano nas Comunicações, pela revista ISTOÉ Dinheiro. Na literatura corporativa, o sucesso se repete. Justus lançou em 2007 seu segundo livro, O empreendedor, pela Editora Larousse do Brasil, durante a XIII Bienal Internacional do Rio de Janeiro. O livro foi escrito a quatro mãos com o também publicitário e crítico de cultura Sérgio Augusto de Andrade, o Arapinha. O primeiro livro publicado pela dupla em 2006, Construindo uma vida, com foco em administração de negócios, ultrapassou mais de 80 mil exemplares.
A estréia em O Aprendiz, exibido pela Rede Record, foi em 2004. Este ano, o reality show comandado por ele chega à quinta versão, tendo atingido em todas as edições vários momentos de liderança na audiência.

www.rederecord.com.br

Ana Carolina

Risco do negócio.Como o anunciante pode liquidar com o trabalho da agência

O preço de uma campanha de publicidade causa horror aos anunciantes,ainda mais quando o fantasma da crise está sentado na cadeira ao lado.Quando eles tomam conhecimento de quanto custa a exibição de um único comercial de trinta segundos no horário nobre da TV,criva de perguntas o pessoal da agência.Isso tudo?Cento e setenta e cinco mil reais por meio minuto no Jornal Nacional?Não parece uma quantia absurda?Cento e sessenta e três mil por um filmezinho na novela das oito?
Alguns mais afeitos aos custos do cinema nacional chegam a arriscar que a verba necessária a uma pequena campanha,que nunca se restringe a um único comercial,seria o suficiente para a produção de um longa metragem.
Existe algum sentido no assombro dos clientes diante dos custos da publicidade, mesmo quando lhes são apresentados os cálculos de custo por mil espectadores.E mesmo quando eles compreendem que a propaganda é parte dos custos para que um produto possa ser produzido,ter presença e competir no mercado.
A propaganda na TV,ainda por cima,nem sempre é suficiente para,sozinha,cobrir todas as necessidades de uma campanha.A mídia segmentou-se diante dos interesses diversificados de grupos sociais e culturais que se transformaram em mercados consumidores,cada um com suas peculiaridades.
Cada vez mais a comunicação de marketing,onde a propaganda se insere,passa a ser o item mais caro na vida de qualquer produto.Fazer o produto com determinado nível de qualidade há muito deixou de ser o calcanhar de Aquiles.Está aí a Nike,provando que seus sapatos,meias,raquetes e toda a parafernália esportiva podem ser fabricados na Indonésia,na China,no Japão ou no Ceará,mantendo os mesmos padrões de qualidade.A tecnologia se difunde com muita rapidez,atualmente.As empresas passaram a administrar apenas as suas marcas,que são o seu maior ativo,usando um complexo de comunicação sofisticado,caro e eficiente.
As verbas precisam ser profissionalmente administradas.O planejamento estratégico não começa nem termina na criação ou na produção dos anúncios e muito menos na compra do espaço nos veículos de comunicação.Não estamos nos referindo ao planejamento de marketing de um produto,e sim ao planejamento da comunicação de marketing.
As agências estão investindo no planejamento estratégico tanto quanto na criação das campanhas.Se antes o anúncio criativamente brilhante enchia os olhos dos anunciantes e do próprio consumidor,hoje esse anúncio tem de continuar a ser brilhante e memorável e tem de apresentar um conceito estratégico que não venha a significar um tiro pela culatra.Ou no pé,como diz Alex Periscinotto.
Um conhecido escritor brasileiro certa vez espantou-se com a limitação e a dificuldade que tinham com a língua portuguesa alguns redatores de publicidade que ele conhecia.Compreendeu melhor quando lhe foi explicado que não se tratava,na realidade,de redatores,e sim de criadores,responsáveis pela criação de idéias dentro de um conceito previamente estabelecido.
Criar publicidade eficiente torna a campanha mais barata.Ou menos cara.O conceito que diferencia o produto e motiva o consumidor é obtido pela clareza dos objetivos - os de marketing e também os de comunicação.Identificar o tipo de consumidor com quem se fala ajuda a saber o que ele pensa da marca e o que se pretende que ele passe a pensar depois de ser exposto à campanha.
Embora a publicidade use e abuse da emoção,porque ela tira o consumidor da indiferença,deve-se descobrir qual o argumento que justifique tudo o que se disser sobre a marca.Um único argumento que resuma os benefícios que estamos prometendo ao consumidor e que vai ser confirmado no produto se a campanha for bem sucedida.Toda publicidade é uma promessa feita ao consumidor.Por isso ela precisa ser transmitida com clareza e de forma a que o consumidor possa nela confiar.
Todos estes pontos deveriam ser considerados pelo anunciante quando,ao escolher uma agência,é tentado a aproveitar-se do momento e do alto grau de competição do mercado publicitário para impor uma remuneração humilhante.Ao ser transformado em commodity*,o trabalho da agência pode perder a capacidade de viver o desafio do produto e de se aliar ao cliente numa empreitada de risco,como é uma campanha de propaganda.
*Commodity:
Usada como referência aos produtos em estado bruto ou com pequeno grau de industrialização, de qualidade quase uniforme, produzidos em grandes quantidades e por diferentes produtores. Estes produtos "in natura", cultivados ou de extração mineral, podem ser estocados por determinado período sem perda significativa de qualidade.
www.umacoisaeoutra.com.br/marketing

É muito comum que a maioria dos anunciantes não tenham conhecimento do valor e da importância da publicidade,por isso se assustam com os elevados preços de uma campanha bem produzida.
As agências precisam se aperfeiçoar cada vez mais,para que aquele anúncio caro seja brilhante e memorável,para que não venha a ser um tiro pela culatra,como diz no texto.Ainda não se pode deixar que o trabalho da agência se transforme em "commodity".Ter um diferencial é cada vez mais indispensável!

Ana Carolina

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Propandas Legais

Pessaol agora sim a s campanhas dignas de serem chamadas de propaganda!
Porque essas sim realmente promovem o produto!
Curtam algumas a seguir














Sarah Sader

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Propagandas Insanas

Essas são algumas de tantas outras propagandas malucas que encontrei!
Tem doido para tudo nessa vida!


Para a vida começar melhor dê Coca-Cola mais cedo
Quando cedo é muito cedo?
Não cedo o suficiente. Exames de laboratório nos últimos anos provam que bebês que começam a tomar refrigetante durante a fase inicial de formação têm muito mais chance de serem aceitos e “se entrosarem” durante os estranhos anos da pré-adolescência e adolescência. Portanto faça um favor a si mesmo. Faça um favor a seu filho. Inicie um estrito regime de refrigerantes e outras bebidas açucaradas e carbonada agora mesmo para uma vida de felicidade garantida.


Porque nós temos os clientes mais jovens do ramo.


Imagens em tamanho natural, foram coladas em portas de vidros de lojas, no aeroporto da África do Sul, para a campanha publicitária do limpador de vidros e janelas I.C.U. - “I see You” A expressão no rosto dela não tem preço!


Todo mundo quer ser cachorro (propaganda de ração canina)


Baby Soft da Love. Porque inocência é mais sensual do que você pensa


(Na segunda imagem) Cubra a cabeça e a taça e o que você vê?


http://abrindojogo.com/20-propagandas-absolutamente-insanas/2/

Sarah Sader