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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Cannes 2008 - Brasil soma 1 Ouro, 12 Pratas e 24 Bronzes


Alexandre Zaghi Lemos
Publicada 18 de junho de 2008 às 08:00(4) comentários Enviar imprimir
Anunciados os resultados de oito das dez áreas do Festival de Cannes, o Brasil acumula 1 Leão de Ouro, 12 de Prata e 24 de Bronze.
A área de melhor performance para o Brasil até agora foi a de Press, com 1 Ouro, 6 Pratas e 7 Bronzes (veja aqui). O País também foi bem em Outdoor, com 2 Pratas e 3 Bronzes (veja aqui).
A maior decepção até aqui foi a performance ruim no Cyber Lions, com 2 Pratas e 5 Bronzes (veja aqui). Na estreante Design Lions, foram 2 Pratas e 1 Bronze (veja aqui).
Além disso, as agências do país faturaram 4 Bronzes em Radio (aqui); 3 em Promo (aqui) e 1 em Media (aqui). No Direct Lions, o Brasil saiu de mãos abanando (veja aqui).
A agência brasileira mais premiada até agora é a AlmapBBDO, com 1 Ouro, 5 Pratas e 5 Bronzes. Também se destacaram a F/Nazca S&S, com 1 Prata e 2 Bronzes; a Lew'Lara\TBWA, com 3 Bronzes; e a JWT e a Y&R, com 1 Prata e 1 Bronze cada.
Na seqüência aparecem, com dois Bronzes cada, a Bullet, a Leo Burnett e a McCann Erickson. Com uma Prata cada estão Agência3, Euro RSCG, Gringo e Indústria Nacional & Diálogo Design.
Já garantiram ao menos um Bronze a AgênciaClick, a FabraQuinteiro, a Fischer América, a SantaClaraNitro, a Sinc e a Wunderman.
As próximas - e pequenas - chances de prêmios para o Brasil são as áreas de Film e Titanium, que divulgam seus resultados oficiais no sábado, 21.
http://www.meioemensagem.com.br/cannes2008/noticia.jsp?Brasil_soma_1_Ouro__12_Pratas_e_24_Bronzes

É isso aí galera!
A propaganda brasileira mostrando o seu melhor em Cannes e conquistando ouro!

Sarah Sader

terça-feira, 17 de junho de 2008

Cannes 2008 - Sem Ouro, Brasil soma 2 Pratas e 11 Bronzes


Alexandre Zaghi Lemos
Publicada 17 de junho de 2008 às 08:02(0)
Anunciados os resultados de cinco das dez áreas do Festival de Cannes, o Brasil ainda não sentiu o gostinho do Ouro. Até agora, o país acumula 2 Pratas e 11 Bronzes.
A área de melhor performance para o Brasil até agora foi a de Outdoor, com 2 Pratas e 3 Bronzes (veja aqui). Além disso, as agências do país faturaram 4 Bronzes em Radio (aqui), 3 em Promo (aqui) e 1 em Media (aqui). No Direct Lions, o Brasil saiu de mãos abanando.
A agência brasileira mais premiada até agora é a AlmapBBDO, com 2 Pratas e 1 Bronze. Na seqüência aparecem, com dois Bronzes cada, a Bullet, a F/Nazca S&S e a Lew'Lara\TBWA. Já garantiram ao menos um Bronze a FabraQuinteiro, a Fischer América, a McCann Erickson e a SantaClaraNitro.
As próximas chances de prêmios para o Brasil são as áreas de Cyber (shortlist aqui), Press (shortlist aqui) e Design (shortlist aqui), que anunciam seus vencedores na manhã desta quarta-feira, 18. Depois disso, as possibilidades diminuem consideravelmente nos últimos dias da semana, quando saem os resultados de Film e Titanium.
http://www.meioemensagem.com.br/cannes2008/noticia.jsp?Sem_Ouro__Brasil_soma_2_Pratas_e_11_Bronzes

É pessoal vamos aproveitar tudo o que a faculdade nos oferece para que possamos estar lá representando muito bem o nosso país daqui alguns anos!

Sarah Sader

sábado, 14 de junho de 2008

Brasil tenta reviver fase dourada em Cannes


Depois do desempenho decepcionante em 2007, agências brasileiras chegam ao festival com 2.461 trabalhos.
Começa no dia 15 a acirrada disputa pelos leões dourados da 55ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, a maior e mais tradicional premiação da área. Desde sua estréia, em 1954, o evento reúne o que melhor a indústria da propaganda produziu no ano, além de refletir as mudanças do mercado. O jornal "O Estado de S. Paulo" é, desde 2001, o representante oficial do festival no Brasil.
Depois do desempenho decepcionante do Brasil no ano passado, quando levou apenas 30 leões, as agências brasileiras tentam reviver sua fase dourada, entre 1998 e 2001, quando saíram por quatro anos consecutivos como as melhores do mundo.
Este ano, são mais de 28 mil trabalhos inscritos a partir de 85 países, um número 10,2% maior do que em 2007. Até o dia 21, jurados de diferentes partes do mundo escolhem as melhores peças em dez categorias: Film, Direct, Promo, Media, Cyber, Press, Outdoor, Radio, Titanium & Integrated e a novidade desse ano, Design. Cada categoria ainda é dividida por tipo de produto anunciado, como serviços ou bebidas, por exemplo.
O Brasil enviará 11 jurados para o evento, dos quais apenas Márcio Salem, da Salem Propaganda, presidirá um júri, o da categoria Direct (Marketing Direto). Os outros participantes são Luiz Sanches, diretor de criação da AlmapBBDO (jurado na categoria Anúncios Impressos); Frederico Gelli, presidente da Tátil Design (Design); Mentor Muniz Neto, sócio da agência Bullet (Promo); Sergio Mugnaini, diretor de criação da AlmapBBDO (Cyber); Paulo Sanna, diretor de criação da McCann Erickson (Cyber); Flavio Casarotti, vice-presidente de criação da Fischer America (Radio); André Lima, diretor de criação da NBS (Outdoor); Eduardo Lima, diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi (Film); Luiz Fernando Vieira, vice-presidente de mídia da Africa (Media); e Sergio Valente, presidente da DM9DDB (Titanium).
Daqui á uns anos serão nossos trabalhos que estarão concorrendo no Festival de Internacional de Publicidade de Cannes. Já que seremos os futuros publicitários do Brasil. E iremos arrebentar.
Informações obtidas pelo site www.estadao.com.br

Izabela Oliveira

sábado, 7 de junho de 2008

Johnson & Johnson cria nova embalagem em seus anúncios na web

A Johnson & Johnson é um dos maiores anunciantes de televisão nos EUA. Mas para promover uma nova loção para bebês, a empresa resolveu inovar criando uma campanha com desenhos animados feitos especialmente para a Internet. O diferencial é que a campanha foi criada por um estúdio de animação e não por uma agencia de publicidade. O foco é a relação amorosa da mãe com o bebê, do contato físico, da intimidade entre mãe e criança. Em contraste, a maioria dos concorrentes da J&J nesse setor destaca as vantagens medicinais das loções.
Outra diferença é que a J&J esta abertamente dando preferência à Internet não a TV como principal plataforma de sua campanha. A decisão da empresa de abandonar sua fórmula publicitária tradicional é arriscada, especialmente em um momento de forte concorrência no mercado de loções para bebês nos EUA.
Muitas empresas de produtos de consumo costumam ser conservadoras em suas campanhas de marketing, e se mostram lentas na adoção das mídias digitais. A decisão da Johnson representa uma guinada significativa no setor. A empresa segue o exemplo da Unilever, que criou uma série de “webisodes” para os sabonetes Calming Night da Dove em 2006 – os consumidores assistiram mais de 45.000 horas dos vídeos dirigidos pó Penny Marshall, e mais de 3,5 milhões visitaram o site criado para promover o produto.
Confira através do site http://www.touchingbond.com/
Uma grande inovação que em pouco tempo consumirá boa parte da internet do mundo inteiro. Só espero que isso não prejudique as agencias de publicidade
Informações retiradas da revista Meio Digital.

Izabela Oliveira

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Restrição das propagandas de cerveja

Desceu quadrado
artigo - Roberto Pompeu de Toledo
Veja num. 2060

A decisão do Congresso de protelar a restrição aos anúncios de cerveja na TV é uma vitória do atraso
No projeto do governo que pretende restringir a publicidade de cerveja na televisão embutia-se um confronto entre o progresso e o atraso, a civilização e a barbárie, o interesse público e os interesses privados. Encaminhado ao Congresso em regime de urgência, estava na semana passada na iminência de ser posto em votação quando um acordo entre as lideranças partidárias, ao retirar-lhe a urgência, remeteu-o para as calendas gregas. Venceram o atraso, a barbárie e os interesses privados. Nos vídeos brasileiros a cerveja continuará jorrando, generosa e farta, em mensagens que identificam seu consumo à alegria, à jovialidade, ao sucesso, à beleza e às mulheres de biquíni.
O projeto visava a corrigir uma anomalia criada pela lei de 1996 que proibiu o anúncio de bebidas alcoólicas antes das 21 horas. A cerveja ficara de fora sob a justificativa de ter teor alcoólico menor. Não é preciso ser um profissional da saúde para concluir que o que importa não é o teor alcoólico, mas a quantidade de bebida ingerida. Falou mais forte, no entanto, o lobby da cerveja, representado pela coligação que reúne fabricantes, agências de publicidade e emissoras de televisão. Essa mesma coligação venceu outra vez na semana passada. Num Congresso coalhado de proprietários de emissoras de TV (eta, Brasil!), encontrou amparo amigo em deputados como o líder do PMDB, Henrique Alves (de uma família dona de concessões no Rio Grande do Norte), e Antonio Carlos Magalhães Neto (idem na Bahia)...


Realmente o argumento utilizado para que não fosse proibido as propagandas de cerveja é equivocado, não vai ser pelo teor alcoolico da bebida que irá provocar mais acidentes, mas sim a imprudênica de quem não sabe beber.
Os brasileiros tem uma visão estrapolada sobre cerveja, não tem nem um pingo de prudência para beber, isso é uma questão de cultura!
Óbvio que certas "propagandas" nada criativas, onde aparecem um homem rodeado de um monte de mulher de bíquini incentivam eles a beberem todas, achando que vão conseguir alguma um monte de mulher em volta!
Eu digo sim a propaganda de cerveja criativa, frizando sempre a prudência ao beber!


Sarah Sader

Propagandas Enganosas

A Publicidade enganosa se caracteriza por conter informações falsas ou induzir o consumidor ao erro. Há também a propaganda enganosa por omissão que igualmente conduz o consumidor ao erro,mais pelo fato de ocultar determinada informação essencial á decisão do consumidor quanto ao produto ou serviço. Por sua vez,a propaganda abusiva é aquela discriminatória, ou que incite á violência, ou ainda que se aproveite da deficiência de julgamento das crianças, idosos, etc.
Na maioria das vezes, o consumidor só descobre que foi enganado depois de adquirir e pagar pelo produto.
A veiculação de propaganda enganosa é um crime, também tem o direito de denunciar o cidadão que, mesmo sem ter sido diretamente lesado, percebe que uma determinada de publicidade não condiz com o que é oferecido pela empresa ou instituição."O Consumidor pode procurar o Procon para exigir o comprimento da oferta,ou por se tratar de um crime previsto no CDC,a Delegacia do Consumidor(Decon) para exigir a suspensão da publicidade para que outros não sejam lesados".
A partir dessas informações que devemos nos tornarmos consumidores mais conscientes de nossos deveres e também direitos.

Gabriela Cristina.